No ensaio Uma proposta bakthiniana de ensino de língua: sujeitos e gêneros do discurso, Ruan Kelvin da Silva Santos propõe uma breve
reflexão sobre como as noções bakhtinianas de sujeito e de gêneros do discurso
podem auxiliar o(a) professor(a) no processo de formação de indivíduos
proficientes na leitura da palavra situada no mundo. Nessa perspectiva, ele toma como ponto de partida uma crítica ao modelo bancário de ensino, conforme apreende de Paulo Freire (2023),
e propõe uma abordagem dialógica e responsiva da linguagem em sala de aula.
Assim, ele defende uma releitura do espaço educativo como lugar de construção ativa
de sentidos, no qual professores e estudantes podem se reconhecer como
sujeitos de linguagem em constante interação com o mundo e com o outro. A
partir dos fundamentos teóricos do Círculo de Bakhtin, especialmente no que se
refere às concepções supracitadas, o autor busca evidenciar a necessidade de
compreender o ensino de línguas como uma prática social. Para isso, ele analisa como o sujeito-aluno participa ativamente da comunicação e como os gêneros
discursivos funcionam enquanto instrumentos
mediadores da interação social e da aprendizagem significativa.
Leia o texto de Ruan Kelvin da Silva Santos no link:
Uma proposta bakthiniana de ensino de línguas: sujeitos e gêneros do discurso
(Página 42)

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