terça-feira, 2 de setembro de 2025

INCLUSÃO DIGITAL E DESIGUALDADE: A REALIDADE DO ACESSO À INTERNET NAS ESCOLAS PÚBLICAS, DE REGINA MENDES DE OLIVEIRA

 

No ensaio Inclusão digital e desigualdade: a realidade do acesso à internet nas escolas públicas, de Regina Mendes de Oliveira, a chamada “inclusão digital” pressupõe não apenas o acesso físico a equipamentos e conexão à internet (elementos que, muitas vezes, estão ausentes ou são precários nas escolas), mas também a formação crítica para seu uso. Sem condições ideais para o uso da internet no processo educativo, isso pode acarretar a exclusão digital, que se constitui um dos grandes desafios da educação pública no Brasil, especialmente em regiões mais vulneráveis. Este ensaio tem como objetivo refletir sobre os obstáculos e as possibilidades da inclusão digital nas escolas públicas, com foco na desigualdade de acesso à internet e nos impactos dessa ferramenta no processo de ensino e de aprendizagem. Nesse sentido, a autora aborda, em seu debate, noções de direito à inclusão digital, a realidade da infraestrutura escolar e os possíveis caminhos para superar essas desigualdades. Essa reflexão crítica abrange os estudos de José Manuel Moran (2007) acerca de educação, as discussões sobre letramento de Magda Soares (2002) e as considerações sobre letramento digital de Roxane Rojo (2013). Além disso, também leva-se em consideração a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que norteia a educação básica do país, uma pesquisa que avalia o acesso à internet nas escolas e uma lei do governo federal que abrange a mesma temática, entre outros dados.

                                      Leia o texto de Regina Mendes de Oliveira no link:                                                           Inclusão digital e desigualdade: a realidade do acesso à internet nas escolas públicas                                                                                      (Página 103)                                                                 

GÊNERO DIGITAL BLOG COMO PROPAGAÇÃO DE GÊNEROS POEMÁTICOS, DE LUIZ HENRIQUE CANDIDO RODRIGUES

 

No ensaio Gênero digital blog como propagação de gêneros poemáticos, Luiz Henrique Candido Rodrigues reflete sobre o blog, que se constitui como um espaço capaz de cumprir, de maneira primorosa, o papel de propagação de informações diversas pela facilidade de uso e de compartilhamento que concentra. Sua estrutura não exige conhecimentos avançados de tecnologia digital, permitindo que qualquer pessoa, desde que tenha uma noção mínima sobre o ambiente virtual, possa transformá-lo em um espaço de aconchego pessoal ou em uma plataforma profissional. Dessa forma, para o autor, o blog se consolida como um recurso versátil e acessível, capaz de atingir e conectar diversas áreas e públicos. Sendo assim, ele aponta que blogs têm sido um mecanismo de ampla divulgação de notícias, produtos e conteúdos diversas, inclusive literários, como é o caso do blog Cordel de saia.


Leia o texto de Luiz Henrique Candido Rodrigues no link:

Gênero digital blog como propagação de gêneros poemáticos

(Página 108)

segunda-feira, 11 de agosto de 2025

UMA PROPOSTA BAKTHINIANA DE ENSINO DE LÍNGUAS: SUJEITOS E GÊNEROS DO DISCURSO, DE RUAN KELVIN DA SILVA SANTOS

 

No ensaio Uma proposta bakthiniana de ensino de língua: sujeitos e gêneros do discurso, Ruan Kelvin da Silva Santos propõe uma breve reflexão sobre como as noções bakhtinianas de sujeito e de gêneros do discurso podem auxiliar o(a) professor(a) no processo de formação de indivíduos proficientes na leitura da palavra situada no mundo. Nessa perspectiva, ele toma como ponto de partida uma crítica ao modelo bancário de ensino, conforme apreende de Paulo Freire (2023), e propõe uma abordagem dialógica e responsiva da linguagem em sala de aula. Assim, ele defende uma releitura do espaço educativo como lugar de construção ativa de sentidos, no qual professores e estudantes podem se reconhecer como sujeitos de linguagem em constante interação com o mundo e com o outro. A partir dos fundamentos teóricos do Círculo de Bakhtin, especialmente no que se refere às concepções supracitadas, o autor busca evidenciar a necessidade de compreender o ensino de línguas como uma prática social. Para isso, ele analisa como o sujeito-aluno participa ativamente da comunicação e como os gêneros discursivos funcionam enquanto instrumentos mediadores da interação social e da aprendizagem significativa.

Leia o texto de Ruan Kelvin da Silva Santos no link:

Uma proposta bakthiniana de ensino de línguas: sujeitos e gêneros do discurso

(Página 42)

APONTAMENTOS SOBRE O ENSINO DE DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA NO GOOGLE SALA DE AULA, DE CÍCERO ÉMERSON DO NASCIMENTO CARDOSO

O ensaio Apontamentos sobre o ensino de dissertação argumentativa no Google sala de aula, de Cícero Émerson do Nascimento Cardoso, apresenta explanações conteudísticas e atividades práticas em contexto de aulas de Produção Textual direcionadas para turmas da 3ª série do Ensino Médio da EEM Governador Adauto Bezerra. Sendo assim, conforme o autor aponta, a disciplina de Produção Textual é ministrada em duas aulas semanais: uma ocorre em sala de aula física e a outra em sala de aula virtual. Nesse sentido, para as aulas virtuais foi adotada a plataforma de aprendizagem virtual Google sala de aula. O objetivo do ensaio consiste, portanto, em observar até que ponto o Google sala de aula é eficaz em sua proposta de ser um ambiente de aprendizagem, principalmente se considerarmos o ensino teórico e prático da disciplina de Produção Textual. Nessa perspectiva, suas reflexões têm como base a compreensão de gêneros do discurso a partir das contribuições de Mikhail Bakhtin (2016),  Antonio Carlos Xavier (2010) e Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante (2010). 

Leia o texto de Cícero Émerson do Nascimento Cardoso no link:

Apontamentos sobre o ensino de dissertação argumentativa no Google Sala de Aula

(Página 18)

sábado, 12 de julho de 2025

O DILEMA DAS INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAIS NA SALA DE AULA, DE WALTER LIMA PINHEIRO E PAULO HENRIQUE NASCIMENTO DE LIMA


No capítulo O dilema das inteligências artificiais na sala de aula, Walter Lima Pinheiro e Paulo Henrique Nascimento de Lima desenvolvem reflexões sobre o dilema do uso de modelos de Inteligência Artificial no contexto de sala de aula. Para eles, diversas inovações nesse campo têm acontecido em um ritmo acelerado, em todo lugar e ao mesmo tempo, mas, mesmo que isso aconteça de forma rápida, há lugares nos quais essa inovação vem a passos lentos. Com a constante evolução da tecnologia humana, novas maneiras de ensinar têm surgido e, no momento atual, a maior revolução tem sido um desafio para o espaço escolar. Sendo assim, como os modelos de Inteligência Artificial são empregados em contexto escolar? É o que os autores tentam responder nesse ensaio instigante sobre um dos temas mais polêmicos da atualidade. 

Leia o texto de Sandra Maria Bezerra Rodrigues no link:

O dilema das inteligências artificiais em sala de aula

(Página 216)

segunda-feira, 7 de julho de 2025

Livro: "Ensaios sobre Gêneros Digitais"

                                                            

Com imensa alegria, compartilhamos o livro Ensaios sobre Gêneros Digitais. Este livro dispõe de ensaios que apresentam estudos voltados para apontamentos em torno de Gêneros Digitais (principalmente no contexto de ensino de Língua Portuguesa) e para explanação de demais debates alusivos à Educação Digital.

Esses ensaios resultam de reflexões propostas, em sua maioria, no âmbito das atividades do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência–PIBID, com atuação na Escola de Ensino Médio Governador Adauto Bezerra. O PIBID está vinculado à Universidade Regional do Cariri–URCA e conta com apoio institucional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoas de Nível Superior–CAPES, o que possibilita o desenvolvimento das pesquisas aqui  apresentadas, assim como outras atividades relevantes para a experiência docente dos bolsistas e supervisores envolvidos no projeto.    

Esta coletânea é resultado da Oficina de Ensaio Acadêmico, que foi ministrada por mim e envolveu a participação de estudantes do PIBID e de docentes da EEM Governador Adauto Bezerra. A experiência da oficina propiciou a realização de debates sobre produção acadêmica e a construção dos ensaios aqui compartilhados.

Sendo assim, esperamos que a leitura dos ensaios que se seguem seja uma experiência de amplas aprendizagens, assim como foi de amplas aprendizagem, para os autores e as autoras, o exercício de produzi-los. Partimos da ideia de que conhecimento adquirido deve ser sempre compartilhado. Por isso, compartilhamos esses ensaios construídos com o objetivo de instigar reflexões e de proporcionar debates plurais dentro e fora do âmbito escolar. 

Boa leitura!


Acesse nosso livro, 

gratuitamente

no link:

Ensaios sobre Gêneros Digitais

segunda-feira, 16 de junho de 2025

NARRATIVA DIGITAL (DIGITAL STORYTELLING) E PRÁTICAS DE APRENDIZAGEM, SANDRA MARIA BEZERRA RODRIGUES

 

No ensaio Narrativa Digital (Digital Storytelling) e práticas de aprendizagem, de Sandra Maria Bezerra Rodrigues, a autora estuda as narrativas digitais (digital storytelling) por elas serem consideradas relevantes no processo de ensino-aprendizagem, já que envolvem as mídias digitais que são curtas, interativas e, dessa maneira, podem desenvolver competências e habilidades digitais para fins de construção do conhecimento, bem como preparar o aluno para se tornar um cidadão da era digital. Para a autora, não basta ser um nativo digital, é necessário que alunos e professores reflitam, de maneira crítica, a respeito do uso das mídias digitais na sociedade — e de que maneira elas podem ser direcionadas para fins pedagógicos e sociais. Nesse contexto da cultura de convergência, a proposta deste ensaio é estudar a narrativa digital (digital storytelling) para entender os processos de interação como pressupostos básicos dessa nova forma de contar histórias, e sua utilização como estratégias de ensino-aprendizagem, uma vez que é possível usá-las de forma efetiva, significativa, crítica e reflexiva nas diversas áreas do conhecimento, a saber, Linguagens e Códigos, Ciências da Natureza, Matemática, Ciências Humanas e nos diversos níveis de ensino: Infantil, Fundamental, Médio e Superior.


Leia o texto de Sandra Maria Bezerra Rodrigues no link:

Narrativa Digital (Digital Storytelling) e práticas de aprendizagem

(Página 64)