No ensaio Inclusão digital e desigualdade: a realidade do acesso à internet nas escolas públicas, de Regina Mendes de Oliveira, a chamada “inclusão digital” pressupõe não apenas o acesso físico a equipamentos e conexão à internet (elementos que, muitas vezes, estão ausentes ou são precários nas escolas), mas também a formação crítica para seu uso. Sem condições ideais para o uso da internet no processo educativo, isso pode acarretar a exclusão digital, que se constitui um dos grandes desafios da educação pública no Brasil, especialmente em regiões mais vulneráveis. Este ensaio tem como objetivo refletir sobre os obstáculos e as possibilidades da inclusão digital nas escolas públicas, com foco na desigualdade de acesso à internet e nos impactos dessa ferramenta no processo de ensino e de aprendizagem. Nesse sentido, a autora aborda, em seu debate, noções de direito à inclusão digital, a realidade da infraestrutura escolar e os possíveis caminhos para superar essas desigualdades. Essa reflexão crítica abrange os estudos de José Manuel Moran (2007) acerca de educação, as discussões sobre letramento de Magda Soares (2002) e as considerações sobre letramento digital de Roxane Rojo (2013). Além disso, também leva-se em consideração a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que norteia a educação básica do país, uma pesquisa que avalia o acesso à internet nas escolas e uma lei do governo federal que abrange a mesma temática, entre outros dados.
Leia o texto de Regina Mendes de Oliveira no link: Inclusão digital e desigualdade: a realidade do acesso à internet nas escolas públicas (Página 103)

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